Archive for Junho, 2009

Singapore River Festival

bz_colaborador Oscar Augusto

              Colaborando de Cingapura

Clark Quay Singapore River Festival

O Singapore River Festival 2009, começou dia 19 Junho e termina dia 27 deste mes,e tem como objetivo dar uma “incrementada” na vida noturna de Cingapura. Ocorre ao longo do Singapore River, começando no Boat Quay e Empress Place indo ate o Clarke Quay e Robertson Quay, conta com diversos eventos e atividades, que incluem shows de ilusionismo, baladas, ate mesmo um clima especialmente romântico. Toda noite há um desfile de bumboats, uns barquinhos todos iluminados, em homenagem a historia e ao povo de Cingapura, que deve muito de sua historia ao rio.

Alem disso tudo uma vasta gama de restaurantes das mais diferentes especialidades estão localizados ao longo do rio, com uma serie de promoções irresistíveis para complementar esta experiência imperdivel.

Singapore River Festival

1 comment Junho 23, 2009

Londres em um dia: do West End até a City

Flor do Exílio
Londres, Inglaterra

map

Dá pra fazer a pé esse roteiro básico: comece no Buckingham Palace (seta azul no mapa), atravesse o Green Park, ande até Picadilly Circus, siga em direção à Leicester Square, desça até a Trafalgar Square onde fica a National Gallery, continue até Houses of Parliament/Big Ben passando por 10 Downing Street e pela Westminster Abbey, atravesse a ponte para o South Bank, vire à esquerda em direção ao London Eye (vale a pena dar um giro se o tempo estiver bom), continue andando à beira do Rio Tâmisa até o museu Tate Modern, atravesse a Millenium Bridge e suba até St. Paul’s Cathedral que fica no meio do centro financeiro de Londres, mais conhecido como City of London. Se você ainda tiver disposição, siga no sentido leste até a Tower of London (seta vermelha no mapa) e Tower Bridge.

1 comment Junho 21, 2009

Granizado para o calor!

bz

Glenda Dimuro
Sevilla, Espanha

 

Quem avisa amigo é, já dizia o ditado… Mas se ainda assim você insistir em visitar Sevilla nos meses de verão, uma ótima dica para refrescar sua garganta é o GRANIZADO. Lembram daquela “raspadinha” vendida em carrinhos nas praças e parques de antigamente? Aquela que o cara raspava um gelo e acrescentava groselha ou outra coisa doce? Pois é exatamente isso, só que com um pouco mais de tecnologia e menos doce, principalmente os sabores de limão e laranja (entre os mais comuns também está o de morango) e ainda existem receitas caseiras mais elaboradas. Aqui não é um vendedor que bate o gelo com as próprias mãos, são máquinas de granizado que preparam a mistura e que nos meses de verão se espalham por cafeterias, bares, quiosques, todos os cantos.

É perfeito para os dias de calor. Vale muito a pena provar porque realmente refresca mais que qualquer outra bebida. ¡Pruébalo!

4 comments Junho 20, 2009

And the Oscar goes to…. Singapore

bz_colaborador Oscar Augusto

              Colaborando de Cingapura

Singapore Flag 

Como também sou novo por aqui no Brasil com Z, gostaria de me apresentar, meu Nome e Oscar, nasci em 01 de Outubro de 1983 em São Paulo – SP, ainda criança fui morar com minha família em Santa Catarina, fiz a faculdade de Engenharia Florestal em Curitiba – PR e a partir dai a possibilidade de viver uma vida pelo mundo se tornou realidade.

Na verdade tudo começou há cerca de uns três anos atrás, eu havia voltado da Alemanha onde fiquei quase dois anos fazendo uma espécie de graduação sanduíche, quando acabei conhecendo uma pessoa muito especial. Ambos sempre tivemos vontade de ter uma vida internacional,apesar de termos a mesma idade eu ainda estava finalizando a graduação e ela já trabalhando, ate que a oportunidade de ingressar em um programa para formação de executivos internacionais se apresentou em nossas vidas e desde então posso dizer que nossa vida mudou muito. Na verdade não foi um processo fácil, afinal nunca nenhum Latino-Americano havia sido aprovado neste programa ate então, quando vimos estávamos nos mudando para um pontinho no mapa chamado Cingapura.

 Neste programa iremos morar, se não nos cansarmos, em muitos países, as opcoes são grandes cerca de 85 países mundo a fora, em cada um deles ficaremos de 18 meses a 3 anos, em Outubro estaremos deixando Cingapura para um outro lugar, detalhe ficamos sabendo maiores detalhes cerca de 2 -3 meses antes de ir.

Abraço a todos

5 comments Junho 19, 2009

Singapore National Orchid Garden

bz_colaborador Oscar Augusto

              Colaborando de Cingapura

 Vanda

National Flower of Singapore (Vanda Miss Joaquim)

O Jardim Nacional das Orquídeas de Cingapura é a maior coleção de Orquídeas do Sudeste da Ásia, com cerca de 3 hectares e mais de 60.000 orquídeas com mais de 400 diferentes espécies, e mais de 2000 híbridos, não existe no mundo uma exposição de orquídeas durante o ano todo como esta em Cingapura. Localiza-se nas dependencias do Singapore Botanic Gardens. Uma das atrações é o  jardim das celebridades em que cada novo híbrido aqui desenvolvido recebe um nome especial por ocasião de uma visita importante, como Nelson Mandela, Margaret Tatcher, entre outros. Quem sabe um dia voce nao vira nome de orquídea??

 

O Ingresso custa 5 dolares de Cingapura para adultos, idosos e  crianças não pagam

Funciona de Terça a Domingo das 8:30 am – 7:00pm

3 comments Junho 18, 2009

Exposição reúne quadros de Picasso e fotos que mostram o mestre no castelo do sul da França onde ele morou por dois anos.

bz_francaAna Tereza
Aix-en-Provence, França

Para quem gosta de Picasso a exposição que começou no dia 25 de maio deste ano no museu Granet à Aix-en-Provence (Place de Saint-Jean-de-Malte) vai ser um prato cheio. A idéia global do evento é tentar responder a uma pergunta frequente dos historiadores de arte: qual foi a influência de Cézanne na obra de Picasso? Para isso 91 obras  (oléos, gravuras e desenhos vindos de museus do mundo todo e de coleções privadas) do mestre espanhol e vinte e três de Paul Cézanne vão estar expostos até o dia 27 de setembro deste ano. Dividida em quatro partes a exposição mostra como a relação entre os dois mestres influenciou o pintor espanhol. Além das obras também estão expostas mais de quarenta fotos tiradas pelo fotografo americano e amigo de Picasso, Douglas Duncan, testemunha do que foi à época o “castelo de Picasso” (de 1959 à 1961) – propriedade que ele adquiriu à Vauvenargues (cidade a 15 minutos de Aix-en-Provence) – e que pela primeira vez está aberto ao público. As fotos mostram a mudança de Cannes à Vauvenargues e ainda a vida de família do artista em companhia de Jacqueline. No castelo, os visitantes poderão ver de perto o atelier – ainda com a mesa e os potes de pintura – a suíte e o banheiro onde o pintor deixou a sua marca na parede pintando um fauno simpático, a cozinha onde reinam o buffet e a mandolina que o artista representou várias vezes e as sepulturas onde repousam o mestre espanhol e sua última esposa.

Exposição Picasso-Cézanne 2009 :
Bilhete individual : 10€
Visita com guia (em francês) : bilhete de entrada + 4,50€
Bilhete com tarifa especial (estudantes, pessoas com mais de 60 anos) : 8€
Bilhete gratuito : menores de 13 anos, desempregados.

Château de Vauvenargues:
Bilhete individual: 7,70€ (entrada + ônibus que faz o trajeto do estacionamento de Trois Bons Dieux ao castelo)
Importante: todos os bilhetes foram vendidos, a única opção agora é tentar a sorte com os bilhetes extras colocados à disposição do público todos os dias à partir das 8h30 no Hôtel de Valori, 36, Rue Cardinale, Place des 4 Daulphins.

1 comment Junho 17, 2009

La Fête de La Musique

Ingrid Mantovani

Paris, França

O tema da quinzena do Brasil com Z é “Dicas que cabem em seis linhas”. Deixei para dar minha dica perto da festa que mais gosto em Paris “La Fête de La Musique” (a festa da música), que está na sua 28ª edição. Este ano,o ministério da cultura e da comunicação completam 50 anos, e por isso a festa celebrará 50 anos de canções francesas. A idéia da festa é que todos que tocam algum instrumento podem usar a rua de palco. Fora isso, existe uma quantidade imensa de bandas programadas para tocar no evento. Paris, aquecida com o verão, se enche de música e animação.Não deixe de ir.

Add comment Junho 16, 2009

Para não ser barrado nas igrejas… cubra-se

Luciana R.
Colaborando de Roma, Itália

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Uma dica para os turistas (homem ou mulher) que forem visitar a Basílica de São Pedro (Vaticano), Duomo de Milão e outros ambientes eclesiásticos: cubra-se.
Além do controle policial e detector de metal, tem os “olheiros” do Vaticano que às vezes barram quem estiver “nu demais” (para o conceito deles).
Para as mulheres: nada de saia curtinha e shortinho, nem camiseta de alça e/ou blusa de meia manga mas com decote ousado). Na dúvida faça como muitas mulheres fazem: coloque uma écharpe de algodão na bolsa e cubra os ombros e o colo.
Homens: Bermuda no joelho e camiseta de meia manga também.
No verão é duro engrentar meia hora de fila no sol e depois ser barrado.
Isso também vale para outras igrejas menos “disputadas”, porque sempre pode aparecer um padre para dar uma bronca. E convenhamos… levar bronca em nenhum lugar do mundo (e em nenhuma língua é bom ;-) )

Add comment Junho 15, 2009

Você tem amigo japonês?

bz_japao3Júlio Cesar Caruso
colaborando de Tóquio, Japão

Você tem amigo japonês?  Já ouvi essas perguntas trocentas vezes. Mas hoje resolvi escrever sobre isso, depois que pessoas diferentes, em situações diferentes, me fizeram essa mesma pergunta,  dois dias seguidos. Fiquei impressionado comigo mesmo, porque só depois que me pisaram na mesma ferida duas vezes, foi que eu me dei conta de que não é tão fácil assim responder a essa pergunta, que no Brasil parecia ser tão simples.

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A resposta, a princípio seria, “depende”. Como assim depende? Depende ora! Depende do sentido da palavra “amigo”. Não vou entrar nem no mérito da diferença entre “colega” e “amigo”. Também não vou falar de cônjuges, namorados, rolos e afins japoneses. Isso é outra coisa (Mas que com certeza rende outro post). Mas para ficar menos complicado, vamos imaginar um amigo, amigo mesmo.

Aqui no Japão…amigo, amigo mesmo? …bom, eu saio para beber com japoneses. Trabalho com japoneses. Eu rio e me divirto com japoneses. Danço com japoneses. Troco emails. Falo japonês. Mas amigo japonês mesmo(suspiro).

Claro que já cheguei a pensar que eu era o problema. Mas já notei que eles mesmos sabem que amigo japonês e amigo brasileiro não são iguais. Eles sabem que há uma barreira entre eles e o amigo japonês. Se o tal amigo for mais velho ou se for de um ano acima do seu na faculdade ou mesmo na empresa, essa barreira que separa os dois ganha ainda mais cimento!!! Lembro de uma japonesa me dizer que estava afim de sair para beber, mas não tinha ninguém para chamar. Ela ainda comentou que tinha uma amiga que adorava beber. Eu perguntei: por que não chama ela então? Ao que ela me indagou: Agora? Detalhe: não era uma hora da manhã. Eram 7 da noite!!!

Bom, sei que não posso generalizar, mas posso afirmar que ter um amigo japonês e um amigo brasileiro é diferente sim. Eu sinto isso quando paro para pensar que consigo ser mais íntimo com um brasileiro que vem do Brasil a passeio ao Japão e nunca nos vimos antes, do que com um japonês que trabalha comigo há anos e anos!! É impressionante! Consigo abraçar, dançar e contar piadas com uma amiga espanhola com que tenho amizade há menos de 1 ano e não faço nem metade com os japoneses que conheço há mais de 10 anos!! Já passei o dia na casa de um amigo brasileiro, sentei no chão, mexi no computador dele, liguei para ele às 23h da noite para choramingar que meu celular havia sido roubado e no entanto, conheço japoneses que já saí para beber e me divertir, mas nunca pisei na casa dele ou se já fui, não fui sem antes agendar com páginas e páginas da agenda com antecedência. E se fui muito provavelmente, foi porque ele chamou por algum motivo óbvio, como uma festa, por exemplo.

Se eu responder que não tenho amigos japoneses, os japoneses que me conhecem e entendem português, tratarão de fazer um bonequinho meu e tascar agulha nele. Ou ainda, aquele brasileiro que tem um amigão japonês de verdade vai me chamar de mal amado, revoltado e, por fim, dirá que se não tenho amigos japoneses, é porque eu devo ser um porre como pessoa. Tudo bem, falem mal mas fale de mim (risos).

Brincadeiras à parte, e para concluir, posso dizer que o que dificulta a pronta resposta afirmativa a polêmica (?) pergunta é a comparação que inevitavelmente faço internamente com os meus amigos do Brasil. Meus amigos no Brasil, não eram, mas são pessoas que me ligam a qualquer hora para dizer que estão tristes e precisam conversar. Mandam emails só com a piada da semana. São pessoas que quando EU estava triste, me obrigavam a botar a primeira roupa do armário e sair para dar uma volta. Meus amigos do Brasil são pessoas que eu chamo de viadinho, de galinha, de fresco, de vagabunda….tudo com carinho e sem cerimônias, e eles riem. Eles também me fazem os mesmos elogios e eu só rio. São pessoas que compartilho minhas gafes, as encrencas que me meti, as histórias e aventuras sexuais, tudo sem o menor pudor e com a certeza de que eles me entenderão e mais tarde, um dia, eu ouvirem as histórias deles também. E como last but not least, são pessoas que eu abraço, beijo, pego no braço, boto minha perna no colo (este item restringe-se às amigas), dou tapinha nas costas e, para me despedir, mando “bejunda”! Sendo assim, fica fácil responder. Se o sentido da palavra amigo for igual a esse que eu carreguei há anos no Brasil, eu respondo: Não, eu não tenho nenhum amigo japonês.

Julio Cesar Caruso é carioca (da gema) e autor do blog Muito Japão!

24 comments Junho 7, 2009

Vem chegando o verão…

bz

Glenda Dimuro
Sevilla, Espanha

 

183219869_bc61dd2641_oO verão na Europa se aproxima… Em Sevilla parece que já chegou. Enganam-se aqueles que pensam que pelos lados de cá o calor é menos intenso, principalmente nos países mediterrâneos. Sevilla é uma das cidades mais quentes e secas de toda a Espanha, um verdadeiro caldeirão. No auge do verão os termômetros beiram os 50 graus e às 9 horas da noite é muito comum ainda estarem por volta dos 35, 40. A praia mais próxima está a uns 80km mais ou menos. Alguns podem se perguntar, e como se vive em um clima assim? Sobrevive-se, claro.

Os sevilhanos natos já sabem de todos os truques para tentar diminuir a sensação de calor. Os estrangeiros, pouco a pouco, acabam aprendendo as “manhas”… Por exemplo, nas casas, ar condicionado é um artigo de extrema necessidade, nunca alugue um quarto ou um apartamento que não tenha pelo menos um bichinho desses. As janelas devem permanecer com os vidros e persianas fechados durante a maior parte do dia. O ar que vem da rua chega a queimar as narinas, portando colaborar com a inércia térmica é fundamental. Pela noite se abrem as janelas e se deixa correr um ventinho (claro, quando ele aparece), mas não devemos esquecer-nos de fechar tudo na manhã seguinte.

Mas não é só isso. Os horários das atividades cotidianas também se adaptam ao clima. Muitas lojas comerciais, supermercados e prestadores de serviços fazem horário de verão e funcionam apenas pelas manhãs. Alguns abrem pela tarde, lá pelas 18:30, já que depois das duas até mais ou menos por esse horário é bem comum encontrar as ruas completamente vazias. Aqueles que podem estão dormindo a “siesta” ou simplesmente fugindo do “inferninho”. Fora de casa, somente os desavisados (como eu costumo chamar os turistas que vêm à Sevilla em pleno agosto) ou os pobres coitados (quem não tem alternativa).

Janelas com cortinas externas para proteger do sol - Abanicos - Tinto de verano

Janelas com cortinas externas para proteger do sol - Abanicos - Tinto de verano

O lado bom é que as noites são ótimas e te chamam para tomar aquela cervejinha ou um “tinto de verano” num dos inúmeros bares ou “terrazas de verano” da cidade. É impressionante, mas depois das nove horas da noite parece que toda a população está na rua e não há buteco que não tenha clientes. Também são realizadas várias programações culturais ao ar livre, como projeção de filmes e shows. O lado ruim é que para dormir também é complicado e impossível antes da meia noite, um pesadelo para quem precisa acordar cedo (que é recompensado com as horas de “siesta” pela tarde).

Isso é um ótimo exemplo de como o homem adapta-se ao meio em que vive. No principio foi difícil, pois como viemos de uma cidade do Brasil que é bastante úmida, fazíamos exatamente ao contrário: abríamos as janelas para “ventilar” (não dá para imaginar a massa de calor que entrava todos os dias).

2785628537_ff91081d38_oPara quem vem à Sevilla fazer turismo, os meses de verão são uma péssima época, principalmente agosto. Passear no sol vira um pesadelo no deserto, isso que eu considero a cidade bastante arborizada e além do mais, a prefeitura “cobre” as principais ruas do centro antigo con toldos (como na foto). As dicas para quem se arrisca a enfrentar o desafio são: carregar sempre água (que em 5 minutos fica morna), ter um abanico (é o famoso leque da vovó, que aqui é um acessório feminino fundamental e que não sai de moda), usar roupas leves e claras, chapéu, protetor solar, sapatos confortáveis e evitar sair nas horas “pico” de calor. Se não cuidar dos detalhes, frita de verdade!

 Escrevi alguns posts no meu blog pessoal sobre o assunto. Quem quiser conferir, é só passar por lá! Verão em Sevilla

3 comments Junho 2, 2009


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